quinta-feira, 14 de maio de 2015
domingo, 5 de abril de 2015
FALSA PÁSCOA
Espero que você não esteja cultuando a deusa OSTERA.

Esta páscoa comercial nada tem a ver com o verdadeiro Pessach, onde, durante esta festa judaica há quase 2 mil anos atrás, O Messias Yeshua entregou sua vida na cruz, e ao terceiro dia, ressuscitou, nos reconciliando com o Pai através de uma Nova Aliança no seu sangue.
Mas não é bem isso que a "páscoa" comercial-midiática festeja...
A simbologia do “Ovo de Páscoa”
Páscoa é o anúncio da “Lux Gloriam” que chega para acabar com as trevas do Inverno. Uma antiga lenda babilônia conta que, um grande ovo caiu do céu no Rio Eufrates, e que dele saiu à deusa Ishtar, também conhecida como Easter.
Milênios antes da Páscoa cristã ser festejada, alguns como os babilônios já celebravam o retorno da “Deusa da Primavera” segurando um Ovo em sua mão enquanto observava um coelho (o símbolo da fertilidade), pulando alegremente em redor de seus pés.
O Ovo que OSTERA carrega e a Páscoa são antigos símbolos anímicos da chegada da Primavera boreal, que no hemisfério Norte começa no Dia 21 de março, e que traz a esperança de uma boa safra no hemisfério Norte.
Embora os OVOS e as SEMENTES sejam “zigotos” que só se formam após a FERTILIZAÇÃO; uma unidade de matéria viva que existe de maneira independente; e não a origem da vida; e muito menos a origem do Universo; até porque, para gerar o ser para o qual está programado, o Ovo ou Óvulo primeiro precisa ser fecundado.
Como os ovos fertilizados contêm um embrião com a fascinante capacidade de vir a se torna um novo ser, os celtas, os gregos, os egípcios, os fenícios, os chineses e vários povos antigos achavam que os Ovos e as Sementes eram os criadores da Vida, e que o mundo teria nascido de algum “Ovo milagroso”.
Em várias lendas o "Ovo cósmico" teria aparecido depois de algum Caos.
Na Índia, uma gansa de nome Hamsa (um espírito considerado o "sopro divino") teria posto e chocado o “Ovo cósmico” na superfície de águas primordiais e, ao se dividir em duas partes, o “Ovo cósmico” deu origem ao Céu e a Terra, pois simbolicamente, o Céu seria a parte leve do ovo (a clara), e a Terra seria a parte mais densa (a gema). Fonte: Lisandro Hubris
Então, fuja de toda aparência do mal (I Ts 5:22), não dê lugar ao diabo (Ef 4:27). Que o seu sim, seja sim, e seu não, seja não, o que passar disso vem do maligno (Mt 5:37).
Por - Marcos Paulo Goes
Adaptado por: Expresso Mineiro

Esta páscoa comercial nada tem a ver com o verdadeiro Pessach, onde, durante esta festa judaica há quase 2 mil anos atrás, O Messias Yeshua entregou sua vida na cruz, e ao terceiro dia, ressuscitou, nos reconciliando com o Pai através de uma Nova Aliança no seu sangue.
Mas não é bem isso que a "páscoa" comercial-midiática festeja...
A simbologia do “Ovo de Páscoa”
Páscoa é o anúncio da “Lux Gloriam” que chega para acabar com as trevas do Inverno. Uma antiga lenda babilônia conta que, um grande ovo caiu do céu no Rio Eufrates, e que dele saiu à deusa Ishtar, também conhecida como Easter.
Milênios antes da Páscoa cristã ser festejada, alguns como os babilônios já celebravam o retorno da “Deusa da Primavera” segurando um Ovo em sua mão enquanto observava um coelho (o símbolo da fertilidade), pulando alegremente em redor de seus pés.
O Ovo que OSTERA carrega e a Páscoa são antigos símbolos anímicos da chegada da Primavera boreal, que no hemisfério Norte começa no Dia 21 de março, e que traz a esperança de uma boa safra no hemisfério Norte.
Embora os OVOS e as SEMENTES sejam “zigotos” que só se formam após a FERTILIZAÇÃO; uma unidade de matéria viva que existe de maneira independente; e não a origem da vida; e muito menos a origem do Universo; até porque, para gerar o ser para o qual está programado, o Ovo ou Óvulo primeiro precisa ser fecundado.
Como os ovos fertilizados contêm um embrião com a fascinante capacidade de vir a se torna um novo ser, os celtas, os gregos, os egípcios, os fenícios, os chineses e vários povos antigos achavam que os Ovos e as Sementes eram os criadores da Vida, e que o mundo teria nascido de algum “Ovo milagroso”.
Em várias lendas o "Ovo cósmico" teria aparecido depois de algum Caos.

Na Índia, uma gansa de nome Hamsa (um espírito considerado o "sopro divino") teria posto e chocado o “Ovo cósmico” na superfície de águas primordiais e, ao se dividir em duas partes, o “Ovo cósmico” deu origem ao Céu e a Terra, pois simbolicamente, o Céu seria a parte leve do ovo (a clara), e a Terra seria a parte mais densa (a gema). Fonte: Lisandro Hubris
Então, fuja de toda aparência do mal (I Ts 5:22), não dê lugar ao diabo (Ef 4:27). Que o seu sim, seja sim, e seu não, seja não, o que passar disso vem do maligno (Mt 5:37).
Por - Marcos Paulo Goes
Adaptado por: Expresso Mineiro
domingo, 22 de março de 2015
A lição do jardineiro
Um dia, o executivo de uma grande
empresa contratou, pelo telefone, um jardineiro autônomo para fazer a
manutenção do seu jardim.
Chegando em casa, o executivo viu que
estava contratando um garoto de apenas 15 ou 16 anos de idade. Contudo, como já
estava contratado, ele pediu para que o garoto executasse o serviço.
Quando terminou, o garoto solicitou
ao dono da casa permissão para utilizar o telefone e o executivo não pôde
deixar de ouvir a conversa.
O garoto ligou para uma mulher e
perguntou: "A senhora está precisando de um jardineiro?"
"Não. Eu já tenho um", foi
a resposta.
"Mas, além de aparar a grama,
frisou o garoto, eu também tiro o lixo."
"Nada demais, retrucou a
senhora, do outro lado da linha. O meu jardineiro também faz isso."
O garoto insistiu: "eu limpo e
lubrifico todas as ferramentas no final do serviço."
"O meu jardineiro também, tornou
a falar a senhora.
"Eu faço a programação de
atendimento, o mais rápido possível."
"Bom, o meu jardineiro também me
atende prontamente. Nunca me deixa esperando. Nunca se atrasa."
Numa última tentativa, o menino
arriscou: "o meu preço é um dos melhores."
"Não", disse firme a voz ao
telefone. "Muito obrigada! O preço do meu jardineiro também é muito
bom."
Desligado o telefone, o executivo
disse ao jardineiro: "Meu rapaz, você perdeu um cliente."
"Claro que não", respondeu
rápido. "Eu sou o jardineiro dela. Fiz isto apenas para medir o quanto ela
estava satisfeita comigo."
Em se falando do jardim das afeições,
quantos de nós teríamos a coragem de fazer a pesquisa deste jardineiro?
E, se fizéssemos, qual seria o
resultado? Será que alcançaríamos o grau de satisfação da cliente do pequeno
jardineiro?
Será que temos, sempre em tempo
oportuno e preciso, aparado as arestas dos azedumes e dos pequenos
mal-entendidos?
Estamos permitindo que se acumule o
lixo das mágoas e da indiferença nos canteiros onde deveriam se concentrar as
flores da afeição mais pura?
Temos lubrificado, diariamente, as
ferramentas da gentileza, da simpatia entre os nossos amores, atendendo as suas
necessidades e carências, com presteza?
E, por fim, qual tem sido o nosso
preço? Temos usado chantagem ou, como o jardineiro sábio, cuidamos das mudinhas
das afeições com carinho e as deixamos florescer, sem sufocá-las?
O amor floresce nos pequenos
detalhes. Como gotas de chuva que umedecem o solo ou como o sol abundante que
se faz generoso, distribuindo seu calor.
A gentileza, a simpatia, o respeito
são detalhes de suma importância para que a florescência do amor seja plena e
frutifique em felicidade.Somos livres por Cristo nosso libertador. Em todo tempo ele nós ensinou a ter compaixão, amor ao próximo perdoar 70X7 por dia. E hoje nós somos testemunho vivo, um livro aberto e as pessoas estão lendo os nossos testemunho e conduta de vida. Costumo dizer que o livro de Atos continua sendo escrito através de nossas vidas.
Autor Desconhecido Adaptado
por Expresso Mineiro
domingo, 22 de fevereiro de 2015
O Oleiro e o Poeta
Há muito tempo, na cidade de Zahlé,
ocorreu uma rixa entre um jovem poeta, de nome Fauzi, e um oleiro, chamado
Nagib.
Para evitar que o tumulto se
agravasse, eles foram levados à presença do juiz do lugarejo.
O juiz, homem íntegro e bondoso,
interrogou primeiramente o oleiro, que parecia muito exaltado.
"Disseram-me que você foi
agredido? Isso é verdade?"
"Sim, senhor juiz." -
confirmou o oleiro - "fui agredido em minha própria casa por este poeta.
Eu estava, como de costume, trabalhando em minha oficina, quando ouvi um ruído
e a seguir um baque.
Quando fui à janela pude constatar
que o poeta Fauzi havia atirado com violência uma pedra, que partiu um dos
vasos que estava a secar perto da porta.
Exijo uma indenização!" -
gritava o oleiro.
O juiz voltou-se para o poeta e
perguntou-lhe serenamente: "Como justifica o seu estranho proceder?"
"Senhor juiz, o caso é
simples." - disse o poeta.
"Há três dias eu passava pela
frente da casa do oleiro Nagib, quando percebi que ele declamava um dos meus
poemas. Notei com tristeza que os versos estavam errados. Meus poemas eram
mutilados pelo oleiro.
Aproximei-me dele e ensinei-lhe a
declamá-los da forma certa, o que ele fez sem grande dificuldade.
No dia seguinte, passei pelo mesmo
lugar e ouvi novamente o oleiro a repetir os mesmos versos de forma errada.
Cheio de paciência tornei a
ensinar-lhe a maneira correta e pedi-lhe que não tornasse a deturpá-los.
Hoje, finalmente, eu regressava do
trabalho quando, ao passar diante da casa do oleiro, percebi que ele declamava
minha poesia estropiando as rimas e mutilando vergonhosamente os versos.
Não me contive.
Apanhei uma pedra e parti com ela um
de seus vasos.
Como vê, meu comportamento nada mais
é do que uma represália pela conduta do oleiro."
Ao ouvir as alegações do poeta, o
juiz dirigiu-se ao oleiro e declarou: "que esse caso, Nagib, sirva de
lição para o futuro. Procure respeitar as obras alheias a fim de que os outros
artistas respeitem as suas.
Se você equivocadamente julgava-se no
direito de quebrar o verso do poeta, achou-se também o poeta egoisticamente no
direito de quebrar o seu vaso."
E a sentença foi a seguinte:
"determino que o oleiro Nagib fabrique um novo vaso de linhas perfeitas e
cores harmoniosas, no qual o poeta Fauzi escreverá um de seus lindos versos.
Esse vaso será vendido em leilão e a importância obtida pela venda deverá ser
dividida em partes iguais entre ambos."
A notícia sobre a forma inesperada
como o sábio juiz resolveu a disputa espalhou-se rapidamente.
Foram vendidos muitos vasos feitos
por Nagib adornados com os versos do poeta. Em pouco tempo Nagib e Fauzi
prosperaram muito. Tornaram-se amigos e cada qual passou a respeitar e a
admirar o trabalho do outro.
O oleiro mostrava-se arrebatado ao
ouvir os versos do poeta, enquanto o poeta encantava-se com os vasos admiráveis
do oleiro.
***
Cada ser tem uma função específica a
desenvolver perante a sociedade. Por isso, há grande diversidade de aptidões e
de talentos.
Respeitar o trabalho e a capacidade
de cada um possibilita-nos aprender sobre o que não conhecemos e aprimorar
nossas próprias atividades.
Respeito e colaboração são
ferramentas valiosas para o desenvolvimento individual e coletivo.
Autor Desconhecido
terça-feira, 17 de fevereiro de 2015
CAMPANHA JESUS ON THE WEB
A plataforma
#Jesusontheweb (#jesusnaweb), prepara
sua segunda campanha de nível mundial para a próxima semana, encorajando os
cristãos a participar através de seus perfis nas redes sociais.
“Queremos que o evangelho se espalhe
de forma viral através das redes sociais“. Esse é o objetivo de um grupo de
jovens da igreja evangélica de Ponferrada e Leon, na Espanha, que no ano
passado lançaram o projeto #Jesusontheweb, que na qual será relançado na
próxima segunda-feira de 16 a 22 de fevereiro
Campanha evangelística nas redes
sociais Jesus en la webO projeto compartilha testemunhos, histórias, opiniões,
imagens, vídeos e textos da Bíblia através de seu site, Facebook, Twitter e
outras redes sociais. Todos estes materiais têm uma abordagem evangelística e
foram preparados especificamente para este propósito.
Israel Montes, líder da juventude da
Igreja Evangélica em Ponferrada, disse Protestante Digital como surgiu o
projeto.
Se você ama a Jesus Cristo, clique em
“Alguns rapazes do grupo de jovens
foi que me propuseram a ideia, são alguns espanhóis, brasileiro e um
colombiano“, diz ele.
Ministério cristão inicia campanha
evangelística de 30 dias no Facebook
Número de pastores que utilizam as
redes sociais cresce, aponta pesquisa
“A ideia – explica Israel – é que o
evangelho venha ser espalhado de forma viral através de redes sociais e isso
inclui centenas de países que não falam espanhol. É por isso que pensamos em um
nome em Inglês; para torná-lo mais internacional e globalizador. ‘Jesus na web’
(Jesus on the web) acreditamos que a grande maioria entende. Devido a esse
desejo globalizador teremos colaboradores para traduzir para inglês, Francês,
Alemão, Português e Romeno. ”
Uma semana de impacto #Jesusontheweb
Na próxima semana, de 16 a 22 de
fevereiro de #Jesusontheweb inicia a sua campanha anual. É por isso a equipe
está pedindo a colaboração de todos aqueles que desejam unir-se com quatro
sugestões:
1) colocar o logotipo da #Jesusontheweb
na foto de seu perfil de rede social favorita,
2) compartilhe das reflexões que
publicará #Jesusontheweb escrito por pessoas que estão envolvidas na
evangelização e traduzidas para divulgação mais ampla,
3) convidar outras pessoas para o
evento do Facebook #Jesusontheweb em diferentes idiomas e
4) estar em uma atitude de oração e
preparados para conversar com os contatos ou amigos que estão interessados no
evangelho.
Em 2014, a campanha atingiu mais de
100 mil pessoas na Internet. 6.500 pessoas leram os pensamentos diários e 3.750
cristãos estiveram ativamente envolvidos na iniciativa.
Funciona
De acordo com Israel Montes, essas
iniciativas tem um impacto indiscutível. “Temos visto os nossos contatos
perguntando e sendo surpreendido por ver os evangélicos expressando a sua fé,
compartilhando as reflexões e imagens cristãs. Temos visto que somos uma grande
família e temos visto testemunhos de milhares de pessoas ao redor do mundo que
se juntaram a este ideia evangelística e
foram incentivados, através desta iniciativa, a ser luz nas redes sociais “,
diz Israel.
E acima de tudo, servirá para que
“pessoas com preocupações espirituais entre em contato conosco. Poderemos
ajuda-las dirigindo-as a aquele que tudo pode fazer: Jesus”
Fé em redes sociais
Para este líder de jovens é essencial
usar as mídias sociais como um meio para divulgar o que acreditamos.
“Eu não sei se nós as usamos bem, mas
acredito firmemente que é bom usa-las se queremos que o nosso cristianismo seja
integral. Devemos compartilhamos o evangelho em todos os contextos. Se não
estamos demonstrado pouca naturalidade e muito religiosidade”, explica.
Esta naturalidade é um desafio para
todos os envolvidos na campanha.
“Passe pela consistência. Nós podemos
compartilhar coisas de todos os tipos, mas sabemos que, como cristãos, deveram
abster-se do mal. Como é triste ver a timeline do Facebook que mostram a foto
do logotipo #Jesusontheweb e três linhas abaixo tem um post que desagrada a
Deus! Acredito que as pessoas quando vê a time line de um cristão no Facebook
ou suas publicações do Twitter, esperam consistência. Eles mesmos sabem o que
um cristão pode e não pode fazer. Se você é consistente fala naturalmente. Se
não, é melhor não falar” diz Israel Montes.

Na campanha pode participar qualquer
pessoa no mundo.
“Pensamos globalmente. Quem quiser
pode participar na sua própria língua e o sonho que tivemos para criar
#JesusontheWeb foi que no futuro não muito distante, a nível internacional
conhecida internacionalmente como a semana de 16 a 22 fevereiro é de fazer um
esforço evangelístico em redes sociais e da Internet “, diz Israel Montes. Galera faça sua foto divulgue e incentive seus amigos como desafio, somos o povo da Cruz, e vamos propagar o nosso Deus que morreu na Cruz, mas que ressuscitou e vivo está. Glória a Deus!! Somos sim de Cristo Jesus
Maiores informações em: www.jesusontheweb.net
Fonte: Noticias Gospel
Adaptação Renato Expresso Mineiro
sexta-feira, 30 de janeiro de 2015
Os Anjos
O menino voltou-se para a mãe e perguntou: - Os anjos
existem mesmo? Eu nunca vi nenhum. Como ela lhe afirmasse a existência deles, o
pequeno disse que iria andar pelas estradas, até encontrar um anjo. - É uma boa
ideia, falou a mãe. Irei com você. Mas você anda muito devagar, argumentou o
garoto. Você tem um pé aleijado. A mãe insistiu que o acompanharia. Afinal, ela
podia andar muito mais depressa do que ele pensava. Lá se foram. O menino
saltitando e correndo e a mãe mancando, seguindo atrás. De repente, uma
carruagem apareceu na estrada. Majestosa, puxada por lindos cavalos brancos.
Dentro dela, uma dama linda, envolta em veludos e sedas, com plumas brancas nos
cabelos escuros. As joias eram tão brilhantes que pareciam pequenos sóis. Ele
correu ao lado da carruagem e perguntou à senhora: - Você é um anjo? Ela nem
respondeu. Resmungou alguma coisa ao cocheiro que chicoteou os cavalos e a
carruagem sumiu na poeira da estrada. Os olhos e a boca do menino ficaram
cheios de poeira. Ele esfregou os olhos e tossiu bastante. Então, chegou sua
mãe que limpou toda a poeira, com seu avental de algodão azul. - Ela não era um
anjo, não é, mamãe? - Com certeza, não. Mas um dia poderá se tornar um,
respondeu a mãe. Mais adiante uma jovem belíssima, em um vestido branco, encontrou
o menino. Seus olhos eram estrelas azuis e ele lhe perguntou: - Você é um anjo?
Ela ergueu o pequeno em seus braços e falou feliz: - Uma pessoa me disse ontem
à noite que eu era um anjo. Enquanto acariciava o menino e o beijava, ela viu
seu namorado chegando. Mais do que depressa, colocou o garoto no chão. Tudo foi
tão rápido que ele não conseguiu se firmar bem nos pés e caiu. - Olhe como você
sujou meu vestido branco, seu monstrinho! Disse ela, enquanto corria ao
encontro do seu amado. O menino ficou no chão, chorando, até que chegou sua mãe
e lhe enxugou as lágrimas com seu avental de algodão azul. Aquela moça,
certamente, não era um anjo. O garoto abraçou o pescoço da mãe e disse estar
cansado. - Você me carrega? -
É claro, disse a mãe. Foi para isso que eu vim.
Com o precioso fardo nos braços, a mãe foi mancando pelo caminho, cantando a
música que ele mais gostava. Então o menino a abraçou com força e lhe
perguntou: - Mãe, você não é um anjo? A mãe sorriu e falou mansinho: - Imagine,
nenhum anjo usaria um avental de algodão azul como o meu. Anjos são todos os
que na Terra se tornam guardiães dos seus amores. São mães, pais, filhos,
irmãos que renunciam a si próprios, a suas vidas em benefício dos que amam. As
mães, sobretudo, prosseguem a se doar e velar por seus filhos, mesmo além da
fronteira da morte, transformando-se em espíritos protetores daqueles que na
terra ficaram como pedaços de seu próprio coração.
Autor Desconhecido
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