domingo, 5 de abril de 2015

FALSA PÁSCOA

                                                                        Espero que você não esteja cultuando a deusa OSTERA.

Esta páscoa comercial nada tem a ver com o verdadeiro Pessach, onde, durante esta festa judaica há quase 2 mil anos atrás, O Messias Yeshua entregou sua vida na cruz, e ao terceiro dia, ressuscitou, nos reconciliando com o Pai através de uma Nova Aliança no seu sangue.

Mas não é bem isso que a "páscoa" comercial-midiática festeja...

A simbologia do “Ovo de Páscoa”

Páscoa é o anúncio da “Lux Gloriam” que chega para acabar com as trevas do Inverno. Uma antiga lenda babilônia conta que, um grande ovo caiu do céu no Rio Eufrates, e que dele saiu à deusa Ishtar, também conhecida como Easter.

Milênios antes da Páscoa cristã ser festejada, alguns como os babilônios já celebravam o retorno da “Deusa da Primavera” segurando um Ovo em sua mão enquanto observava um coelho (o símbolo da fertilidade), pulando alegremente em redor de seus pés.

O Ovo que OSTERA carrega e a Páscoa são antigos símbolos anímicos da chegada da Primavera boreal, que no hemisfério Norte começa no Dia 21 de março, e que traz a esperança de uma boa safra no hemisfério Norte.

Embora os OVOS e as SEMENTES sejam “zigotos” que só se formam após a FERTILIZAÇÃO; uma unidade de matéria viva que existe de maneira independente; e não a origem da vida; e muito menos a origem do Universo; até porque, para gerar o ser para o qual está programado, o Ovo ou Óvulo primeiro precisa ser fecundado.

Como os ovos fertilizados contêm um embrião com a fascinante capacidade de vir a se torna um novo ser, os celtas, os gregos, os egípcios, os fenícios, os chineses e vários povos antigos achavam que os Ovos e as Sementes eram os criadores da Vida, e que o mundo teria nascido de algum “Ovo milagroso”.

Em várias lendas o "Ovo cósmico" teria aparecido depois de algum Caos.

Na Índia, uma gansa de nome Hamsa (um espírito considerado o "sopro divino") teria posto e chocado o “Ovo cósmico” na superfície de águas primordiais e, ao se dividir em duas partes, o “Ovo cósmico” deu origem ao Céu e a Terra, pois simbolicamente, o Céu seria a parte leve do ovo (a clara), e a Terra seria a parte mais densa (a gema).  Fonte: Lisandro Hubris

Então, fuja de toda aparência do mal (I Ts 5:22), não dê lugar ao diabo (Ef 4:27). Que o seu sim, seja sim, e seu não, seja não, o que passar disso vem do maligno (Mt 5:37).

  Por - Marcos Paulo Goes

Adaptado por: Expresso Mineiro


domingo, 22 de março de 2015

A lição do jardineiro


Um dia, o executivo de uma grande empresa contratou, pelo telefone, um jardineiro autônomo para fazer a manutenção do seu jardim.
Chegando em casa, o executivo viu que estava contratando um garoto de apenas 15 ou 16 anos de idade. Contudo, como já estava contratado, ele pediu para que o garoto executasse o serviço.
Quando terminou, o garoto solicitou ao dono da casa permissão para utilizar o telefone e o executivo não pôde deixar de ouvir a conversa.
O garoto ligou para uma mulher e perguntou: "A senhora está precisando de um jardineiro?"
"Não. Eu já tenho um", foi a resposta.
"Mas, além de aparar a grama, frisou o garoto, eu também tiro o lixo."
"Nada demais, retrucou a senhora, do outro lado da linha. O meu jardineiro também faz isso."
O garoto insistiu: "eu limpo e lubrifico todas as ferramentas no final do serviço."
"O meu jardineiro também, tornou a falar a senhora.
"Eu faço a programação de atendimento, o mais rápido possível."
"Bom, o meu jardineiro também me atende prontamente. Nunca me deixa esperando. Nunca se atrasa."
Numa última tentativa, o menino arriscou: "o meu preço é um dos melhores."
"Não", disse firme a voz ao telefone. "Muito obrigada! O preço do meu jardineiro também é muito bom."
Desligado o telefone, o executivo disse ao jardineiro: "Meu rapaz, você perdeu um cliente."
"Claro que não", respondeu rápido. "Eu sou o jardineiro dela. Fiz isto apenas para medir o quanto ela estava satisfeita comigo."
Em se falando do jardim das afeições, quantos de nós teríamos a coragem de fazer a pesquisa deste jardineiro?
E, se fizéssemos, qual seria o resultado? Será que alcançaríamos o grau de satisfação da cliente do pequeno jardineiro?
Será que temos, sempre em tempo oportuno e preciso, aparado as arestas dos azedumes e dos pequenos mal-entendidos?
Estamos permitindo que se acumule o lixo das mágoas e da indiferença nos canteiros onde deveriam se concentrar as flores da afeição mais pura?
Temos lubrificado, diariamente, as ferramentas da gentileza, da simpatia entre os nossos amores, atendendo as suas necessidades e carências, com presteza?
E, por fim, qual tem sido o nosso preço? Temos usado chantagem ou, como o jardineiro sábio, cuidamos das mudinhas das afeições com carinho e as deixamos florescer, sem sufocá-las?
O amor floresce nos pequenos detalhes. Como gotas de chuva que umedecem o solo ou como o sol abundante que se faz generoso, distribuindo seu calor.
A gentileza, a simpatia, o respeito são detalhes de suma importância para que a florescência do amor seja plena e frutifique em felicidade.
Temos que buscar constantemente os frutos do Espírito para fazer diferença na nossa sociedade em Gálatas 5.1 Paulo declara Estai, pois, firmes na liberdade com que Cristo nos libertou, e não torneis a colocar-vos debaixo do jugo da servidão.
Somos livres por Cristo nosso libertador. Em todo tempo ele nós ensinou a ter compaixão, amor ao próximo perdoar 70X7 por dia. E hoje nós somos  testemunho vivo, um livro aberto e  as pessoas estão lendo os nossos testemunho e conduta de vida. Costumo dizer que o livro de Atos continua sendo escrito através de nossas vidas.

Autor Desconhecido  Adaptado

por Expresso Mineiro

domingo, 22 de fevereiro de 2015

O Oleiro e o Poeta


 
Há muito tempo, na cidade de Zahlé, ocorreu uma rixa entre um jovem poeta, de nome Fauzi, e um oleiro, chamado Nagib.
Para evitar que o tumulto se agravasse, eles foram levados à presença do juiz do lugarejo.
O juiz, homem íntegro e bondoso, interrogou primeiramente o oleiro, que parecia muito exaltado.
"Disseram-me que você foi agredido? Isso é verdade?"
"Sim, senhor juiz." - confirmou o oleiro - "fui agredido em minha própria casa por este poeta. Eu estava, como de costume, trabalhando em minha oficina, quando ouvi um ruído e a seguir um baque.
Quando fui à janela pude constatar que o poeta Fauzi havia atirado com violência uma pedra, que partiu um dos vasos que estava a secar perto da porta.
Exijo uma indenização!" - gritava o oleiro.
O juiz voltou-se para o poeta e perguntou-lhe serenamente: "Como justifica o seu estranho proceder?"
"Senhor juiz, o caso é simples." - disse o poeta.
"Há três dias eu passava pela frente da casa do oleiro Nagib, quando percebi que ele declamava um dos meus poemas. Notei com tristeza que os versos estavam errados. Meus poemas eram mutilados pelo oleiro.
Aproximei-me dele e ensinei-lhe a declamá-los da forma certa, o que ele fez sem grande dificuldade.
No dia seguinte, passei pelo mesmo lugar e ouvi novamente o oleiro a repetir os mesmos versos de forma errada.
Cheio de paciência tornei a ensinar-lhe a maneira correta e pedi-lhe que não tornasse a deturpá-los.
Hoje, finalmente, eu regressava do trabalho quando, ao passar diante da casa do oleiro, percebi que ele declamava minha poesia estropiando as rimas e mutilando vergonhosamente os versos.
Não me contive.
Apanhei uma pedra e parti com ela um de seus vasos.
Como vê, meu comportamento nada mais é do que uma represália pela conduta do oleiro."
Ao ouvir as alegações do poeta, o juiz dirigiu-se ao oleiro e declarou: "que esse caso, Nagib, sirva de lição para o futuro. Procure respeitar as obras alheias a fim de que os outros artistas respeitem as suas.
Se você equivocadamente julgava-se no direito de quebrar o verso do poeta, achou-se também o poeta egoisticamente no direito de quebrar o seu vaso."
E a sentença foi a seguinte: "determino que o oleiro Nagib fabrique um novo vaso de linhas perfeitas e cores harmoniosas, no qual o poeta Fauzi escreverá um de seus lindos versos. Esse vaso será vendido em leilão e a importância obtida pela venda deverá ser dividida em partes iguais entre ambos."
A notícia sobre a forma inesperada como o sábio juiz resolveu a disputa espalhou-se rapidamente.
Foram vendidos muitos vasos feitos por Nagib adornados com os versos do poeta. Em pouco tempo Nagib e Fauzi prosperaram muito. Tornaram-se amigos e cada qual passou a respeitar e a admirar o trabalho do outro.

O oleiro mostrava-se arrebatado ao ouvir os versos do poeta, enquanto o poeta encantava-se com os vasos admiráveis do oleiro.
***
Cada ser tem uma função específica a desenvolver perante a sociedade. Por isso, há grande diversidade de aptidões e de talentos.

Respeitar o trabalho e a capacidade de cada um possibilita-nos aprender sobre o que não conhecemos e aprimorar nossas próprias atividades. 

Respeito e colaboração são ferramentas valiosas para o desenvolvimento individual e coletivo.

 Autor Desconhecido

terça-feira, 17 de fevereiro de 2015

CAMPANHA JESUS ON THE WEB


A plataforma #Jesusontheweb  (#jesusnaweb), prepara sua segunda campanha de nível mundial para a próxima semana, encorajando os cristãos a participar através de seus perfis nas redes sociais.

“Queremos que o evangelho se espalhe de forma viral através das redes sociais“. Esse é o objetivo de um grupo de jovens da igreja evangélica de Ponferrada e Leon, na Espanha, que no ano passado lançaram o projeto #Jesusontheweb, que na qual será relançado na próxima segunda-feira de 16 a 22 de fevereiro
Campanha evangelística nas redes sociais Jesus en la webO projeto compartilha testemunhos, histórias, opiniões, imagens, vídeos e textos da Bíblia através de seu site, Facebook, Twitter e outras redes sociais. Todos estes materiais têm uma abordagem evangelística e foram preparados especificamente para este propósito.
Israel Montes, líder da juventude da Igreja Evangélica em Ponferrada, disse Protestante Digital como surgiu o projeto.

Se você ama a Jesus Cristo, clique em

“Alguns rapazes do grupo de jovens foi que me propuseram a ideia, são alguns espanhóis, brasileiro e um colombiano“, diz ele.

Ministério cristão inicia campanha evangelística de 30 dias no Facebook

Número de pastores que utilizam as redes sociais cresce, aponta pesquisa
“A ideia – explica Israel – é que o evangelho venha ser espalhado de forma viral através de redes sociais e isso inclui centenas de países que não falam espanhol. É por isso que pensamos em um nome em Inglês; para torná-lo mais internacional e globalizador. ‘Jesus na web’ (Jesus on the web) acreditamos que a grande maioria entende. Devido a esse desejo globalizador teremos colaboradores para traduzir para inglês, Francês, Alemão, Português e Romeno. ”
Uma semana de impacto #Jesusontheweb
Na próxima semana, de 16 a 22 de fevereiro de #Jesusontheweb inicia a sua campanha anual. É por isso a equipe está pedindo a colaboração de todos aqueles que desejam unir-se com quatro sugestões:
1) colocar o logotipo da #Jesusontheweb na foto de seu perfil de rede social favorita,
2) compartilhe das reflexões que publicará #Jesusontheweb escrito por pessoas que estão envolvidas na evangelização e traduzidas para divulgação mais ampla,
3) convidar outras pessoas para o evento do Facebook #Jesusontheweb em diferentes idiomas e
4) estar em uma atitude de oração e preparados para conversar com os contatos ou amigos que estão interessados no evangelho.
Em 2014, a campanha atingiu mais de 100 mil pessoas na Internet. 6.500 pessoas leram os pensamentos diários e 3.750 cristãos estiveram ativamente envolvidos na iniciativa.
Funciona
De acordo com Israel Montes, essas iniciativas tem um impacto indiscutível. “Temos visto os nossos contatos perguntando e sendo surpreendido por ver os evangélicos expressando a sua fé, compartilhando as reflexões e imagens cristãs. Temos visto que somos uma grande família e temos visto testemunhos de milhares de pessoas ao redor do mundo que se  juntaram a este ideia evangelística e foram incentivados, através desta iniciativa, a ser luz nas redes sociais “, diz Israel.

E acima de tudo, servirá para que “pessoas com preocupações espirituais entre em contato conosco. Poderemos ajuda-las dirigindo-as a aquele que tudo pode fazer: Jesus”
Fé em redes sociais
Para este líder de jovens é essencial usar as mídias sociais como um meio para divulgar o que acreditamos.

“Eu não sei se nós as usamos bem, mas acredito firmemente que é bom usa-las se queremos que o nosso cristianismo seja integral. Devemos compartilhamos o evangelho em todos os contextos. Se não estamos demonstrado pouca naturalidade e muito religiosidade”, explica.


Esta naturalidade é um desafio para todos os envolvidos na campanha.


“Passe pela consistência. Nós podemos compartilhar coisas de todos os tipos, mas sabemos que, como cristãos, deveram abster-se do mal. Como é triste ver a timeline do Facebook que mostram a foto do logotipo #Jesusontheweb e três linhas abaixo tem um post que desagrada a Deus! Acredito que as pessoas quando vê a time line de um cristão no Facebook ou suas publicações do Twitter, esperam consistência. Eles mesmos sabem o que um cristão pode e não pode fazer. Se você é consistente fala naturalmente. Se não, é melhor não falar” diz Israel Montes.


Na campanha pode participar qualquer pessoa no mundo.

“Pensamos globalmente. Quem quiser pode participar na sua própria língua e o sonho que tivemos para criar #JesusontheWeb foi que no futuro não muito distante, a nível internacional conhecida internacionalmente como a semana de 16 a 22 fevereiro é de fazer um esforço evangelístico em redes sociais e da Internet “, diz Israel Montes. Galera faça sua foto divulgue e incentive seus amigos como desafio, somos o povo da Cruz, e vamos propagar o nosso Deus que morreu na Cruz, mas que ressuscitou e vivo está. Glória a Deus!! Somos sim de Cristo Jesus

Maiores informações em: www.jesusontheweb.net
Fonte: Noticias Gospel
Adaptação  Renato Expresso Mineiro

sexta-feira, 30 de janeiro de 2015

Os Anjos


O menino voltou-se para a mãe e perguntou: - Os anjos existem mesmo? Eu nunca vi nenhum. Como ela lhe afirmasse a existência deles, o pequeno disse que iria andar pelas estradas, até encontrar um anjo. - É uma boa ideia, falou a mãe. Irei com você. Mas você anda muito devagar, argumentou o garoto. Você tem um pé aleijado. A mãe insistiu que o acompanharia. Afinal, ela podia andar muito mais depressa do que ele pensava. Lá se foram. O menino saltitando e correndo e a mãe mancando, seguindo atrás. De repente, uma carruagem apareceu na estrada. Majestosa, puxada por lindos cavalos brancos. Dentro dela, uma dama linda, envolta em veludos e sedas, com plumas brancas nos cabelos escuros. As joias eram tão brilhantes que pareciam pequenos sóis. Ele correu ao lado da carruagem e perguntou à senhora: - Você é um anjo? Ela nem respondeu. Resmungou alguma coisa ao cocheiro que chicoteou os cavalos e a carruagem sumiu na poeira da estrada. Os olhos e a boca do menino ficaram cheios de poeira. Ele esfregou os olhos e tossiu bastante. Então, chegou sua mãe que limpou toda a poeira, com seu avental de algodão azul. - Ela não era um anjo, não é, mamãe? - Com certeza, não. Mas um dia poderá se tornar um, respondeu a mãe. Mais adiante uma jovem belíssima, em um vestido branco, encontrou o menino. Seus olhos eram estrelas azuis e ele lhe perguntou: - Você é um anjo? Ela ergueu o pequeno em seus braços e falou feliz: - Uma pessoa me disse ontem à noite que eu era um anjo. Enquanto acariciava o menino e o beijava, ela viu seu namorado chegando. Mais do que depressa, colocou o garoto no chão. Tudo foi tão rápido que ele não conseguiu se firmar bem nos pés e caiu. - Olhe como você sujou meu vestido branco, seu monstrinho! Disse ela, enquanto corria ao encontro do seu amado. O menino ficou no chão, chorando, até que chegou sua mãe e lhe enxugou as lágrimas com seu avental de algodão azul. Aquela moça, certamente, não era um anjo. O garoto abraçou o pescoço da mãe e disse estar cansado. - Você me carrega? - É claro, disse a mãe. Foi para isso que eu vim. Com o precioso fardo nos braços, a mãe foi mancando pelo caminho, cantando a música que ele mais gostava. Então o menino a abraçou com força e lhe perguntou: - Mãe, você não é um anjo? A mãe sorriu e falou mansinho: - Imagine, nenhum anjo usaria um avental de algodão azul como o meu. Anjos são todos os que na Terra se tornam guardiães dos seus amores. São mães, pais, filhos, irmãos que renunciam a si próprios, a suas vidas em benefício dos que amam. As mães, sobretudo, prosseguem a se doar e velar por seus filhos, mesmo além da fronteira da morte, transformando-se em espíritos protetores daqueles que na terra ficaram como pedaços de seu próprio coração.

 

 

Autor Desconhecido